Quando tudo parece morrer, quando tudo parece terminar, surge essa estranha fagulha, fazendo nosso amor incendiar.
Renascendo, assim, quase do nada, do sem querer querendo demais, dos pequenos momentos vividos, que não esqueceremos jamais. Brota de nossas almas sofridas, cansadas de tanta dor, tentando amenizar as feridas, às custas desse novo amor.
Faz sentimentos, já esquecidos, ressurgirem fortalecidos, a cada pequeno reencontro que porventura acontece.
Faz as emoções voltarem fortes, na mesma intensidade de outrora provando que dentro do peito, escondido, esse amor ainda mora.
Mora, nesse nosso peito desastrado, que se atrapalha feito criança, diante desse amor inusitado.
Que não sabe decidir entre o sim e o não, deixando enfraquecer lentamente, essa paixão.
E, quando tudo parece morrer, quando tudo parece terminar, surge essa estranha fagulha, fazendo nosso amor incendiar.
um natal de amor a vcs *que o amor ,a fé,a confiança ..se repartam por nós ..paciencia esperança ..que a doce felicidade povoe os nossos caminhos ..com aquela Santa bondade ..dos lares e dos ninhos..e q nunca esqueçamos que natal é união ..comemoração do aniversario daquele que veio a esse mundo nos salvar... um "clichê"-mas cabível aqui--feliz natal meus amigos.. meu bjo a cada um meu carinho . a.................m;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;o
Ter você É caminhar pela vida confiante, Sem medo de errar, mesmo errando, Sem medo de me entregar.. Já entregue, Andar entre flores, mesmo com arranhões. Ter você É querer ser melhor, É querer dar o melhor d mim, É ver as coisas d uma melhor forma, É ter força p/ lutar, crer e vencer É poder te olhar nos olhos da alma, Te receber a cada chegada, Ficar com saudades a cada ida. Ter você É ter a mim mesma, É olhar no meu coração e te ver, Nele pulsa minha vida, Pulsa você! (Jane Lagares)
Razões de Amor----------[desconheço] Gosto desse teu ar tristonho, desse olhar de melancolia, mesmo nos momentos de prazer e de sonho, ou nos instantes de amor e de alegria...
Gosto dessa tua expressão de ternura tão suave e feminina, desse olhar de ventura com um brilho úmido a luzir num profundo langor... Desse teu olhar de meiguice que me cativa e domina, tu que dás sempre a impressão de quem precisa de proteção e amor...
Desse teu ar de menina, desse teu ar que te faz mais mulher ao meu olhar...
Gosto de tua voz, tranqüila, do tom manso com que falas, como se acariciasses até as palavras que dizes; de tua presença, que é assim como um quieto remanso, um pedaço de sombra onde me abrigo quando somos felizes...
Gosto desse teu jeito calmo, sossegado, com que te encostas em meu peito e te deixas ficar entre ternuras e embaraços, como se tudo ficasse, de repente, parado, e teu mundo pudesse ser delimitado pelos meus braços...
Gosto de ti assim, pequenina, macia, quando te aperto contra mim e te sinto minha (inteiramente nua) e tens um ar abandonado, como quem caminha sonâmbula, por um estranho caminho feito de céu e de lua...
Gosto de ti desesperadamente: dos teus cabelos de tarde onde mergulho o rosto, dos teus olhos de remanso onde me morro e descanso; dos teus seios de Ambrósia, brancos manjares trementes com dois vermelhos morangos para as minhas alegrias;
de teu ventre – uma enseada – porto sem cais e sem mar – branca areia à espera da onda que em vaivém vai se espraiar; de teus quadris, instrumento de tantas curvas, convexo, de tuas coxas que lembram as brancas asas do sexo;
– do teu corpo só de alvuras – das infinitas ternuras de tuas mãos, que são ninhos de aconchegos e carinhos, mãos angorás, que parecem que só de carícias tecem esses desejos da gente...
Gosto de ti desesperadamente;
gosto de ti, toda, inteira nua, nua, bela, bela, dos teus cabelos de tarde aos teus pés de Cinderela, (há dois pássaros inquietos em teus pequeninos pés) – gosto de ti, feiticeira, tal como tu és...